A engenharia social e as ferramentas de rastreamento tem permitido cada vez mais eficiência das polícias científicas de todo o mundo. Um ótimo exemplo disso ocorreu na Nova Zelândia e, embora o principal responsável não tenha sido preso, equipamentos foram apreendidos para realização de perícia técnica.
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Polícia invade casa de cracker acusado de infectar 1 milhão de PCs
São Francisco – Polícia invade casa de chefe de rede botnet, mas não consegue prender o acusado de infectar um milhão de PCs.
A Polícia invadiu a casa do possível líder de um grupo internacional de criminosos, na Nova Zelândia, acusados de infectar mais de um milhão de computadores.
A batida aconteceu nessa semana na casa do chefe do grupo, conhecido como AKILL na rede. Participaram da ação a polícia da Nova Zelândia e o Federal Bureau of Investigation (FBI), dos Estados Unidos.
Apesar da batida ajudar a quebrar a rede botnet, AKILL não foi preso, afirma um porta-voz do FBI nesta quinta-feira (29/11).
Botnets são redes de computadores infectados que podem ser operadas por criminosos, possibilitando uma série de atividades ilegais, como hospedar sites com phishing ou lançar ataques.
Normalmente, os donos dos computadores infectados nem percebem que estão sendo usados pro criminosos. A sofisticação no uso dessas redes torna difícil a descoberta de quem realmente controla o botnet.
A ação na Nova Zelândia faz parte da “Operation Bot Roast”, um esforço para caçar e desativar redes botnet. Desde o começo das operações, o FBI acusou ou prendeu oito homens, executou 13 mandatos de busca e descobriu mais de 20 milhões de dólares em danos econômicos, conforme anunciado nesta quinta-feira (29/11).
Segundo o FBI, as fraudes de internet custaram 200 milhões de dólares em 2006.
Fonte: IDG Now! – Robert McMillan, editor do IDG News Service, de São Francisco.