Luiz Silveira – Coaching Solutions

Estratégias rumo à conquista – Entrevista para o Jornal “O Tempo” – Caderno Emprego & Carreira – 02/04/2012

A cada dia, o coaching fica mais conhecido no Brasil. Infelizmente, aqui nas Gerais, ainda estamos engatinhando, mas dia após dia podemos colher os frutos do nosso empenho. Cliquem no link abaixo para terem acesso ao arquivo .pdf da nossa entrevista para o jornal O Tempo, aqui de Belo Horizonte, em 02 de abril de 2012, quando tivemos a oportunidade de falar um pouco mais sobre este surpreendente método de gestão de mudanças. Clique em Estratégias para o sucesso e veja a matéria completa!

 

 

Os benefícios do Coaching para aliar competência operacional e poder de liderança

Reproduzindo aqui interessante artigo do Portal Administradores, escrito pela colega coach Jacqueline Weigel, que guarda total relação com os objetivos de nosso site.

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Nos últimos anos, muitos cargos de liderança foram ocupados por profissionais promovidos pelo bom trabalho técnico ou pelo tempo de serviços prestados para a empresa. Apesar de ser uma iniciativa válida, essa linha de promoção torna-se perigosa. Não foram raros os casos onde o promovido pediu demissão após um período médio de 12 a 18 meses. Um estudo recente conduzido pela consultoria norte-americana Development Dimensional International (DDI) revela que globalmente apenas 11% dos gerentes estão realmente prontos para serem líderes e 57% aprendem sobre o papel durante a jornada ou com os erros do dia a dia.
Independentemente da experiência anterior, a mudança para cargos de liderança requer adaptação, desenvolvimento, novas habilidades para comandar equipes e principalmente um entendimento claro do novo papel. Até pouco tempo, imaginávamos que pessoas com larga experiência na empresa, que conheciam bem o negócio e que tivessem autoridade técnica poderiam ocupar essa posição atendendo as necessidades da empresa. Não deu certo.

O problema mais comum é que o profissional tecnicista, na maioria das vezes, tem características muito operacionais e pouco perfil estrategista. Um dos métodos que minimiza os impactos dessa mudança é o coaching, que apóia o profissional na busca de metas de curto, médio e longo prazo, por meio da identificação e do reconhecimento de suas fragilidades. Em tempos não muito distantes a modalidade era acionada apenas para profissionais que apresentavam com problemas, mas hoje já se sabe que o ideal é utilizar com os colaboradores chamados de potenciais e talentos.

Em um processo de 10 a 12 sessões, é possível desenvolver habilidades do novo gestor, ajudá-lo a entender o que significa influenciar pessoas, dar feedback e promover relacionamentos positivos em sua equipe. Pesquisas recentes apontam um aumento no comprometimento dos gestores de 12% após as sessões, enquanto os que não passam pelo coaching apresentam índices de apenas 1,7%.

As mudanças não param por aí. O coach – especialista que aplica os processos de coaching – tem como função encorajar, motivar e transmitir técnicas que ajudam o gestor a desenvolver novas atitudes, a organizar pensamentos e ideias que estavam pouco estruturadas, além de possivelmente fazê-lo lembrar de conhecimentos aprendidos em momentos anteriores, gerando o que se chama de aprendizado ativo.

Após o processo, o que visualizamos é que a maioria dos profissionais acaba conseguindo implantar mudanças na equipe e passa a ser mais capaz de programar um planejamento e cumpri-lo à risca. Outro fator positivo é que a autoconfiança do gestor costuma aumentar e isso resulta também na habilidade de delegar funções.

Hoje em dia, o cenário no mercado de trabalho mudou, os modelos estão em modificação e, acima de tudo, as pessoas já não são iguais ao que eram há dez anos. Atualmente, temos a diversidade, o conflito de gerações, uma educação corporativa deficitária no país, e muita gente perdida numa administração de tempo ineficaz, em um planejamento falho e execução caótica.

Líderes devem influenciar equipes e administrar processos e objetos. Para influenciar os subordinados não é necessariamente preciso fazer um curso de gestão de pessoas ou estudar profundamente teorias sobre o tema. Nem ser amigo ou ser legal com os liderados. Hoje, basta que os gestores entendam que a essência humana é a mesma e os desejos profundos, embora tenham nuances particulares, são muito parecidos, haja vista que no plano pessoal cada ser humano define um planejamento a fim de alcançar um objetivo final. No ambiente de trabalho, a mesma linha de raciocínio também precisa ser colocada em prática.

O coaching aborda essa natureza com profundidade e praticidade e, por isso, tem ajudado gestores com avançados conhecimentos técnicos a aliar sua capacidade operacional com o poder de liderar equipes e pessoas. A transição deste novo modelo de conduta no mercado corporativo não é opcional. Quem não a fizer corre sérios riscos de estagnar ou perder oportunidades profissionais. Uma coisa é certa: os colaboradores contemporâneos não aceitam mais líderes que não geram aprendizado, desenvolvimento e crescimento profissional.

 

Fonte: Portal Administradores

Dicas de coaches para “mandar bem” em uma apresentação ou entrevista de emprego

Li outro dia no site CenárioMT dicas de colegas coaches sobre como se sair bem em uma apresentação de negócios ou entrevista de emprego. É claro que o melhor comportamento é ser você mesmo, mas não podemos nos esquecer que algum desconforto involuntário, como nervosismo e insegurança, podem refletir na sua contratação ou boa impressão. Por isso, anote das dicas abaixo.

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1. Preste atenção ao vestuário
Antes de escolher o que vai vestir, reflita sobre o que a situação pede. Se vai ministrar uma palestra, procure uma roupa discreta, para que o visual não chame mais atenção do que aquilo que você vai dizer. Se vai a uma entrevista de emprego, é claro que uma saia curta não é a melhor opção. Vista-se bem, de acordo com sua personalidade, mas respeitando a cultura da empresa.

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2. Discrição na maquiagem e nos acessórios pode fazer a diferença
Na maioria das vezes, a pessoa vai acertar se permanecer na linha do equilíbrio, ou seja, nem maquiagem demais, nem de menos. Procure um visual bonito e discreto, sem carregar em sombra e brilho. O mesmo vale para os acessórios muito chamativos, como brincos grandes e pulseiras barulhentas, que devem ser evitados. Um cuidado especial precisa ser dado às unhas e ao cabelo, que deve estar sempre bem penteado e escovado. Também não exagere no perfume.

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3. Crie um vínculo corporal com a outra pessoa
É preciso ser um espelho do outro para se aproximar mais facilmente dele. Por isso, ajuste sua postura com a do seu interlocutor. Se ele é mais discreto, seja também. Se faz muitos gestos, gesticule mais. O mesmo vale para o tom de voz.

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4. Atente-se para o que o corpo do outro está comunicando
A linguagem corporal é superimportante para causar uma boa primeira impressão, pois nosso corpo e nossos gestos passam uma série de mensagens subliminares que a pessoa capta, sem nem perceber. Por isso, nada de sentar-se muito relaxada, com as costas curvadas ou em cima das pernas. Procure manter-se com uma postura ereta, mas sem ser muito rígida, como um robô.

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5. Desenvolva e mantenha um contato visual
Grande parte da comunicação é não verbal. Isso significa que o corpo fala por si só, especialmente o olhar.

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6. Faça com que a conversa flua
O ritmo da conversa também é importante para fazer o diálogo fluir bem. Perceba a velocidade que o seu interlocutor usa para formular as frases e procure seguir o mesmo ritmo. Observe também se ele é do tipo que gosta de mais detalhes ou se prefere a objetividade, e vá conduzindo a conversa pelo caminho do seu ouvinte.

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7. Cuidado com as “fórmulas prontas”
Se tiver uma apresentação de negócios ou mesmo uma entrevista de emprego, nada de ficar decorando frases. Procure conhecer antecipadamente o assunto e demonstrar conhecimento sobre o que diz.

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8. Preste atenção ao que o outro diz
Isso sempre causa uma impressão fantástica. Demonstre interesse pelo o que o outro fala, dando a maior atenção possível. O coaching ensina uma técnica chamada recapitulização: resuma o que o outro disse e expanda o diálogo, acrescentando a sua colocação e mencionando o que você acredita sobre aquele assunto.

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9. Atente-se para a receptividade
Antes de sair por aí falando sobre si ou tentanto vender alguma coisa, perceba se o outro está disponível para ouvir você. Se está em um coquetel após um workshop, por exemplo, e quer se apresentar para um possível cliente, observe se a pessoa está receptiva.

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10. Seja agradável, sem ser falso
Procure ser gentil e sorrir de vez em quando para demonstrar simpatia. Fique atento também ao trato com as pessoas ao seu redor. Se está aguardando na recepção de uma empresa, cumprimente a recepcionista, mostre educação e gentileza com a copeira que vem lhe trazer um cafezinho. Mas atenção: cuidado para não exagerar na gentileza, a ponto de comprometer a naturalidade!

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11. Cuidado ao falar mal dos outros
Seja em uma entrevista de emprego ou em uma apresentação para o cliente, jamais fale mal do antigo chefe ou da concorrência. Fale sempre das coisas boas que aprendeu na empresa anterior ou dos pontos fortes do produto ou serviço que está representando. Isso demonstra uma postura ética e profissional.

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12. E ainda…
• Chegue no horário. A pontualidade demonstra consideração por aquele evento ou reunião.
• Cumprimente com um aperto de mão firme, mostrando equilíbrio e confiança.
• Chame as pessoas pelo nome. Assim, elas se sentirão importantes para você.
• Cuidado com o vocabulário. Dependendo do ambiente, evite gírias ou palavras rebuscadas demais.
• Não se disperse. Procure manter sempre o foco da conversa.
• Cuidado com o tom de voz: muito alto pode cansar quem está ouvindo, muito baixo pode dispersar a atenção do ouvinte.
• Policie-se para evitar tiques e palavras repetitivas como ‘hã’, ‘né’,’ tá’.

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Fonte: http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=165759&codDep=7